Proponho um mergulho para as profundezas infinitas do ser, das coisas, do nada.
Viajar pelas asas do mar do nosso inconsciente.
Virar do avesso e juntar pedacinhos.
(O balanço do trem embala, mexe, remexe e desacompanha meus pensamentos.)
Continuando...
Volatilizar sensações, sentimentos e situações.
Venham comigo quebrar paredes, construir emoções inacabadas reinantes em si mesmas.
Falar a língua dos pássaros, da chuva, da brisa, do clamor do vermelho afugentado para o cantinho do nada.
Venham, vamos sentir a frustração concretar-se, des vair em lágrimas púrpuras jocosas, i neee bri an tes.
E finalizar ao som de aplausos mudos retinindo nas paredes desfalecidas de um espaço que não existe.
A arte ensina que é possível transformar continuamente a existência, que é preciso mudar referências e paradigmas a cada momento, ser flexível. Isso quer dizer que criar e conhecer são indissociáveis e a flexibilidade é condição fundamental para aprender.
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